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TRATAMENTO INVOLUNTÁRIO

Esta modalidade de tratamento é indicada para pessoas que precisam de um tratamento, mas não estão de acordo com a internação.

As Clínicas Liberty oferecem diversas possibilidades de tratamento, inclusive o tratamento involuntário, previsto em lei. A Internação Involuntária é amparada pelo Decreto 891/38 e, pela Lei 10.216, de 6 de abril de 2001, regulamentada pela portaria federal nº 2.391/2002 e de acordo com RDC N-101 da ANVISA. A internação sem o consentimento do usuário e à pedido de um terceiro – sendo responsável pelo paciente, é uma das soluções para quando o dependente químico está colocando sua própria vida ou a vida de outras pessoas em risco, mas mesmo assim, é incapaz de tomar esta decisão por conta própria.

Esta modalidade deve ser aplicada nos casos em que o dependente perdeu a noção da sua realidade e se torna incapaz de tomar alguma decisão racional para sua recuperação. Este é o ponto central de qualquer transtorno psíquico, a incapacidade do indivíduo conseguir escolher algo contrário do que faz atualmente. O dependente não consegue mais escolher entre o consumo e a abstinência (sobriedade); sua vontade de usar é sempre maior e se sobrepõe a todas as coisas que antes eram importantes como: estudar, seu emprego, além do convívio com os familiares e amigos, o respeito às normas, etc.

Desse modo, não é tão simples assim ouvir a pessoa dizer “vou me tratar” ou “preciso de tratamento”. É chegada a hora de refletir e buscar auxílio profissional para reverter esta situação, antes que seja tarde demais.

A duração prevista é de 180 dias de tratamento, sujeito à alta terapêutica estabelecida pela equipe, além de um programa de reinserção social (pós internação).

Neste tratamento, os pais ou cônjuges exercem poderes legais para solicitar a internação desses dependentes.

Um dos mais renomados especialistas em dependência química e alcoolismo, Ronaldo Laranjeira, afirma que “O tratamento não espontâneo é uma decisão difícil, mas muito válida”. Em uma entrevista publicada na edição de número sete da Revista Anônimos, o médico psiquiatra deixa claro seu posicionamento. “Um importante documento do NIDA – Nacional Institute on Drug Abuse – aborda doze princípios do tratamento efetivo para a dependência química. Um desses critérios afirma exatamente que para o tratamento ser efetivo “não precisa ser voluntário”, disse o médico à revista. “Quando ocorre a internação involuntária, o primeiro beneficio é o fato da pessoa não estar se intoxicando e, com isso, seu estado mental começa a se modificar. Quando ele está usando, seu processo decisório está comprometido e uma parte da falta de motivação está relacionada ao fato da própria intoxicação influenciar no processo de escolha”.

Existem pessoas que passam anos usando drogas, e com esse processo de uso comprometem sua forma de pensar e de agir, fazendo com que nunca cheguem ao momento de decidir parar, porque sentem psicologicamente a necessidade do uso da droga (sintética, natural, álcool e/ou medicamentos).

É por isso que as Clínicas Liberty reforçam que, independente do tratamento, ela preza também pela abordagem discreta e pelo processo de recuperação gradativo e personalizado.

Cada indivíduo é um ser único e merece toda atenção, respeito e compaixão.

Para conhecer mais este e outros tratamentos fale conosco!

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