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TRATAMENTO VOLUNTÁRIO

A internação voluntária ocorre quando o dependente químico opta pela internação e pede por este tratamento.

A aceitação pela internação ocorre quando o dependente químico consegue ter alguns momentos de sanidade e nesses, passa a se sentir controlado pelas drogas e conclui que necessita de ajuda profissional para abandonar o vício

Além disso, tomado pelo constrangimento e pelas excessivas recaídas, seus familiares já não depositam nenhum voto de confiança, e o convívio familiar passa a ser praticamente nulo. Nestas circunstâncias, em algum momento, a família passa a cobrar por uma atitude sensata do dependente químico, e ele, aceita a internação de forma voluntária.

Outra motivação para a internação voluntária surge quando o dependente químico se oferece risco a ele e à sociedade, resultado dos malefícios inerentes à adicção e aos constantes momentos de fissura:  vontade descontrolada de usar a droga, que pode ocorrer sob diversos estímulos, por exemplo, a visão de outras pessoas usando, o cheiro da droga, a recordação da sensação após seu uso, dentre outras referências.

Outra motivação importante, é quando o usuário tem consciência de que seu futuro está totalmente prejudicado em função da dependência química e que ainda não chegou ao estágio mais grave da doença – distúrbios comportamentais de fundo emocional, desvios de personalidade (comete furtos e ataques de histeria e/ou síndrome do pânico, por exemplo). Ele está consciente que oferece perigo a ele e à sociedade, e está disposto a mudar sua vida e vencer o vício.

Recomendamos ao usuário de drogas, álcool e medicamentos que e seus familiares, que aproveitem essa lacuna de sanidade para buscar ajuda profissional e realizar a internação voluntária nos primeiros sinais do dependente se solidarizar pela própria situação, seja por constrangimento moral, seja pela escassez de recursos ou pela conclusão que está perdendo tudo que ama e que conquistou.

Do contrário, se estes indícios não forem bem interpretados, eles poderão passar despercebidos e em dado momento, não mais se manifestarem na vida do usuário. Daí, quando ele não tiver mais o mesmo nível de consciência, isto é, não mais levar em consideração que necessita de apoio e que pode vencer a luta contra o vício, se fará necessária uma medida mais severa, com a condição de internar o dependente de forma involuntária.

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