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Teorias e modelos para análise do consumo de drogas

Uma breve história

Você sabia que até antes do início do século 19 a dependência química era considerada uma­ falha de caráter? De acordo com (McKim, 2004), essas pessoas eram consideradas pecaminosas e elas decidiam ou não se iriam ingerir a droga e devido a sua baixa moral elas o faziam. Graças aos movimentos de reforma sociais do século 19, essas concepções foram alteradas. A Associação Americana de Cura dos Embriagados, apoiada por médicos defendia que a dependência era uma doença que precisava de tratamento.

Esse modelo passou a ter mais força no século 20 com o movimento do conhecido AA – Alcóolicos Anônimos e pelo trabalho de um dos seus maiores pesquisadores E. M. Jellinek. Jellinek (1952, 1960, citado por Heyman, 1996), que defendeu em uma série de artigos que o alcoolismo era uma patologia. Esse modelo, portanto, ficou definido como “modelo de doença”.

 Teoria da dependência física e psicológica

Uma outra vertente conceitual é o de “modelo de dependência física/psicológica”. Esse modelo sustenta que o consumo repetido de drogas produz mudanças fisiológicas relativamente permanentes no organismo, gerando tolerância, como forma de contrabalancear os efeitos devastadores no organismo. Assim, quando a droga é retirada do organismo fisicamente, aparecem uma série de sintomas produzidos por essa ausência e como forma de aliviá-los, o consumidor volta a procurar a droga, o que chamamos de abstinência. Mas ao se mostrarem, pesquisas mais abrangentes comprova que algumas drogas como cocaína e anfetaminas não produziam uma abstinência grave. Dessa observação, se desenvolveu o conceito de “dependência psicológica”. Essa sensação de prazer, aliada à tolerância e ligados aos sintomas de abstinência psicológica, explicariam a dependência em relação a essas drogas. Esses sintomas psicológicos levariam o depedente a um alto estado de motivação incontrolável para o consumo da droga.

Existem muitas outras teorias a respeito de “quais motivações” influenciam o indivíduo a consumir drogas de forma constante e ser considerado um dependente químico.

 Teoria da sensibilização do indivíduo

Uma das que se acredita que parece responder a diversas questões relevantes é a da “teoria da sensibilização do incentivo”. Segundo essa teoria, o consumo repetido da droga estimula os sistemas neurais “sensibilizando o indivíduo”, estímulo-o ao uso, causando praticamente uma sensação de alívio, fazendo com que ele queira mais, mesmo não gostando dela. Como esse consumo está associado aos processos cognitivos, o “querer” a droga acontece de forma irracional.

Seja qual for o modelo escolhido para analisar este consumo, com os avanços da neurociência e das teorias comportamentais, a visão da dependência tem sido mudada constantemente. Pesquisas tem ajudado de forma mais efetiva a indústria farmacêutica na criação de medicamentos mais  precisos para os tratamentos da dependência de drogas.

Como as Clínicas Liberty podem te ajudar

Muitas vezes, o dependente químico não assume sua condição de “viciado” e é aí que ele necessita de mais apoio e de mais cuidados. E em grande parte dos casos, se faz necessário um tratamento de ponta e a exclusão em sociedade do indivíduo, de forma temporária.

Por sermos especialistas no assunto, trabalhamos com diversos profissionais qualificados para analisar cada caso, levando em consideração seu histórico como dependente e aplicando o tratamento mais compatível, baeados em terapias medicamentosa, além de outros modelos terapêucos. O trabalho é levado com tanta seriedade e comprometimento, que dependendo dos casos,  este tratamento pode ser estendido aos seus familiares.

 Contate-nos agora  para obter mais informações e dar adeus ao vício (11) 4529-7044 / (11) 9 5554-8598

 

Créditos da matéria: http://www.scielo.br

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