O que é transtorno mental?
O que é DQ?

Você não está sozinho!

Todo viciado / adicto em drogas (lícitas ou ilícitas), merece cuidado e atenção.

Só quem vivenciou ou conhece algum dependente químico consegue saber o que acontece nos bastidores do uso das drogas. Seja qual for a idade, condição social ou até mesmo nível intelectual, qualquer ser humano pode ser acometido por um “momento de fraqueza” e fazer uso de alguma substância nociva… No começo, em barzinhos, eventos e encontros com os amigos, tudo é divertido, surpreendente e impressionante.

A companhia das pessoas se torna mais agradável, as cores, sabores e ambientes ficam mais alegres e sua vida passa a ganhar uma falsa impressão de felicidade  e entusiasmo. Geralmente, em momentos em que o indivíduo se torna mais suscetível ele encontra nas drogas; lícitas (álcool, tabaco e medicamentos); e ilícitas (cola de sapateiro, maconha, lança perfume, êxtase, crack, LSD, ácido, , dentre outros entorpecentes),  uma condição que mistura relaxamento com euforia e logo passa a acreditar que esses momentos estão condicionados apenas ao uso das substâncias. Gradativamente, o usuário vai usando mais e mais a droga ou as drogas e quando menos percebe, ele já se torna um dependente, capaz de desonrar compromissos, deixar de conviver com as pessoas consideradas mais próximas, não frequentar os mesmos lugares, abrir mão de sua rotina e de hábitos saudáveis, e no seu auge do consumo, ter desvios de conduta e caráter. Nesta fase, o dependente químico, vulgarmente chamado de drogado, já é marginalizado pela família, pelos amigos e pela sociedade.

As substâncias contidas afetam cérebro, organismo, corpo e consequentemente, o comportamento do usuário. Neste momento, é hora de buscar por ajuda profissional, mas antes, seguem abaixo, algumas orientações para esta busca pelo tratamento e pelas pessoas certas.

TIPOS DE TRATAMENTO

Atualmente, existem diversas modalidades de tratamento voltadas à recuperação do usuário de drogas, e cada uma delas é recomendada por tipos e estágios em que o adicto se encontra:

  • Tratamento por acompanhamento médico –  em um estágio inicial de indivíduos adictos que tem consciência que o uso excessivo de entorpecentes tem modificado sua rotina, sua vida. Geralmente, por vontade própria ou orientado por algum ente da família, o usuário realiza diversos exames e é acompanhado por médicos que poderão prescrever medicamentos para controle da abstinência, e especialistas que poderão orientar na escolha de novos hábitos saudáveis, em substituição às rotinas nocivas e ao ócio, que o mantém dependente;
  • Grupos de apoio –  para que haja mais empatia, um psiquiatra, psicólogo e/ou terapeuta, pode recomendar a participação de grupos de apoio, como Narcóticos Anônimos (NA) e Alcoólicos Anônimos (AA). Dessa forma, é possível estabelecer uma troca de experiência entre todos, de modo que o indivíduo passa a compreender formas de manter o autocontrole contra a dependência e reconhecer nas outras pessoas que é possível se recuperar e manter a convivência em sociedade. Vale lembrar que os Grupos de Apoio são atividades complementares às outras modalidades de tratamento;
  • Moradia Assistida – esta também é uma modalidade para níveis baixos ou intermediários de indivíduos adictos de qualquer substância química. A moradia assistida, é um modelo de moradia exclusiva, com padrões hoteleiros de acomodações e praticamente nenhuma restrição quanto à rotina do paciente dependente. O que é incorporado à sua rotina, são avalições e acompanhamento médicos (geralmente oferecidos por diversos especialistas), porém, em um regime mais relaxante e moderno, em nada se parecendo com as clínicas de reabilitação e recuperação para drogados ou vítimas de transtornos mentais, como muitas pessoas ainda associam ao tratamento. Neste tipo de moradia, não há isolamento do indivíduo, apenas um tratamento mais especializado em um local exclusivo para sua recuperação.

 

  • INTERNAÇÕES:
    • Voluntária – modalidade indicada para indivíduos que mesmo cientes de sua condição de dependente químico / adicto, consideram que o isolamento total com acompanhamento médico, é a melhor solução para sua recuperação e para alívio aos seus familiares e amigos. O tratamento pode durar até 6 meses, e após sua alta, o paciente passa a fazer o acompanhamento no tratamento ambulatorial;
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    • Involuntária – quando o dependente químico não tem mais noção do perigo que oferece a si mesmo e à sociedade, isto é, quando o nível de degradação humana já está no seu último grau e não há nenhum tratamento alternativo que poderá afastá-lo, e consequentemente, recuperá-lo do vício. Nesta modalidade, algum parente opta por ser responsável pela internação do paciente e passa a autorizar sua permanência em uma clínica cujo isolamento é quase que total para atuar com medicamentos, atividades em grupo e individuais para desintoxicação, sessões de psicoterapia e acompanhamento de outras especialidades médicas, além de outras orientações mais individualizadas.  

 CONCLUSÃO:

Seja qual for a modalidade de tratamento recomendada, procure por especialistas clínicas especializadas, com atendimento personalizado e humanizado para amparar não apenas ao dependente químico, mas sim, a toda família, que acaba sendo vítima de toda o cenário construído pelo adicto.

Nas Clínicas Liberty, você encontra todo o apoio necessário, desde o primeiro atendimento telefônico (indicando o tratamento e local mais compatível com a necessidade do indivíduo), até sua ressocialização.

Reforçamos o compromisso da excelência do atendimento, mas ressaltamos que quanto mais rápido identificar a doença como crônica, mais fácil e rápido será o tratamento.

Conte conosco para ajudar você em todas as situações. Ligue para nós e consulte os melhores tratamentos: 11-4529-7044 / 11-95554-8598

 

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